Quando o conselho deixa de assistir e passa a governar.
sexta-feira, 21 de agosto de 2026
Ira Millstein e a governança na mesa do conselho
quinta-feira, 20 de agosto de 2026
Bob Tricker e o nascimento intelectual da governança corporativa
Antes de a governança corporativa se tornar código,
ela precisou se tornar objeto de estudo.
terça-feira, 18 de agosto de 2026
IA em 2026: entre produtividade e dependência
A inteligência artificial generativa está ampliando rapidamente seu espaço na vida cotidiana, mas a transformação mais relevante não está apenas no número de pessoas que utilizam essas ferramentas. Em artigo publicado pela Harvard Business Review, Marc Zao-Sanders analisou como a IA vem sendo efetivamente utilizada em 2026, apontando uma mudança mais profunda: sistemas concebidos inicialmente como instrumentos de produtividade começam também a participar de atividades tradicionalmente associadas ao pensamento, à decisão e até às relações emocionais humanas.
domingo, 16 de agosto de 2026
Presidente da AMEC elenca questões relevantes para os mercados de capitais e de crédito
Em entrevista concedida à Revista RI – Relações com Investidores, Fábio Coelho, presidente executivo da Associação de Investidores no Mercado de Capitais – AMEC, percorreu alguns dos principais desafios atualmente enfrentados pelos mercados de capitais e de crédito no Brasil. Entre questões regulatórias, mudanças na estrutura societária das companhias, crescimento do crédito privado e transformação tecnológica dos mercados, quatro pontos de sua análise merecem atenção especial.
quarta-feira, 12 de agosto de 2026
Casos Embraer e Cobra: dois projetos, dois destinos
O Brasil decidiu construir aviões e computadores.
Duas experiências, dois caminhos.
No intervalo de apenas cinco anos, o Brasil criou duas empresas destinadas a enfrentar desafios tecnológicos extraordinariamente ambiciosos para um país em desenvolvimento. Em 1969, nasceu a Embraer. Em 1974, a Cobra – Computadores e Sistemas Brasileiros S.A. Uma produziria aeronaves; a outra, computadores. Ambas surgiram de projetos de desenvolvimento nacional, utilizaram conhecimento científico previamente acumulado e procuraram reduzir a dependência brasileira de tecnologias estrangeiras. Seus destinos empresariais, entretanto, seriam profundamente diferentes.
Caso Cobra: a trajetória da fabricante nacional de computadores
O Brasil não queria apenas comprar computadores.
Queria aprender a construí-los.
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