Uma companhia estratégica entre o interesse nacional,
o mercado de capitais e a boa governança corporativa
Analisar a Petrobras apenas por lentes afetivas, ideológicas ou financeiras empobrece a compreensão de uma Companhia que ocupa posição singular na história econômica, energética e institucional do Brasil. Trata-se de uma empresa relevante demais para ser analisada somente sobre se deveria ser uma organização privada ou uma estatal pura. A dicotomia “ser privada versus ser estatal” é, necessariamente, limitada. Muito limitada, na verdade.




