Entre direitos fundamentais, transparência algorítmica e
a preservação da dignidade humana na nova praça pública digital
A escolha da palavra ágora em nosso título não é fortuita: ela evoca o coração pulsante da Grécia Antiga, o espaço público onde cidadãos se reuniam não apenas para trocar mercadorias, mas para exercitar a política, a justiça e o debate coletivo. Ao trazer esse termo para o contexto digital, sublinhamos que as redes sociais e as plataformas de inteligência artificial tornaram-se a ágora digital contemporânea, espaço no qual a democracia também se realiza, se tensiona e se reinventa. No entanto, a pergunta sem resposta definitiva é: o ambiente está sendo moldado para o debate humano ou para o controle algorítmico?





